domingo, 24 de janeiro de 2010

Silly caucasian girl likes to play with samurai swords

Mamba Negra (Uma Thurman) Imagine Bruce Lee e Clint Eastwood protagonizando juntos um filme... Agora tente encaixar neste mesmo longa-metragem, um vilão com uma espada japonesa no lugar de uma das mãos... e pra completar, como coadjuvante o rato amarelo com um dos menores vocabulários, e ainda assim o mais carismático da TV: Pikachu. Pronto! Você tem uma mistura de filmes asiáticos e dos famosos bang-bangs, com um pouco de ‘trash’ e uma pitada de animê (desenho japonês) em uma única história. É mais ou menos essa mistura que o filme “Kill Bill” trás, mas é claro que o enredo faz muito mais sentido.

O filme “Kill Bill”, escrito e dirigido pelo genial Quentin Tarantino (Pulp Fiction), é apresentado em dois volumes com 5 capítulos cada e fora da ordem cronológica. A trama é baseada na vingança de Beatrix Kiddo, que após ficar mais de 4 anos em coma, vai atrás das pessoas que tentaram matá-la e que ela acredita terem matado sua filha ainda em seu ventre.

Como já dito, pode-se notar vários estilos no longa, embora muitas pessoas consigam apenas ver sangue. O filme faz tributos a Bruce Lee – a roupa amarela usada por Kiddo no primeiro volume – também faz menção à cultura pop, onde pode-se perceber cenas que lembram comerciais de TV, notam-se trechos que lembram os westerns e principalmente os filmes asiáticos de kung fu dos anos 60 e 70. Algumas partes da história são apresentadas em animações japonesas. Há também cenas que lembram muito histórias em quadrinho.

O filme foi gravado em 4 países diferentes: Estados Unidos, México, China e Japão. Um dos cenários que mais chama a atenção é onde ocorre a luta entre a Mamba Negra (Beatrix Kiddo) e a Boca de Algodão (O-Ren Ishii), interpretada por Lucy Liu. O cenário branco, coberto pela neve, que apesar de ficar um tanto vermelho ao passar do conflito, não poderia ter sido manchado de um jeito melhor. Outro cenário marcante é o lar de Pai Mei.

Mas definitivamente, o que mais nos prende na tela são as lutas, que acontecem de várias maneiras e lugares: sala de estar, trailer, duelo um contra um e até mesmo 1 vs 88. É um verdadeiro coquetel, mais variado que filme pornô. A luta em que a heroína derruba os 88 loucos no hotel é um verdadeiro massacre: sangue pra todo lado, alguns lances muito legais que lembram bastante os filmes asiáticos de antigamente e também anime. Outro fato interessante nesta cena é o contraste entre a brutalidade e a música que toca alguns instantes após o início do combate. Nesta parte do filme há uma diferença entre a versão americana e a japonesa: na americana, a partir do momento em que Beatrix arranca o olho de um de seus adversários até outro momento em que ela pisca os olhos, a cena fica em preto-e-branco, diferente da japonesa, que mantém a cena colorida. Durante todo o longa, há cenas na versão americana que foram cortadas e que aparecem na japonesa.

A trilha sonora também varia muito, desde música oriental a country, com participação do grupo “The 5,.6.7.8’s” e também a música “The Kller’s Song”, assoviada pela vilã Elle Driver (essa música vai ficar na sua cabeça).

Muitas pessoas podem dizer que “Kill bill” é pura violência. Realmente não se pode discordar, mas deve-se lembrar também que é possível fazer muita arte com sangue.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

AS ETERNAS MUDANÇAS DO PASSADO

Alguém aqui por acaso já viu esta imagem em algum lugar? Se viu e não teve interesse pelo que seria isso, não sabem o que estão perdendo em termos de criatividade musical.
Esta é a capa do vinil Forever Changes, da incrível banda liderada pelo magnífico Arthur Lee, chamada Love. Conheci este som totalmente por acaso, ao procurar pela palavra Love em uma webradio. Foi quando me deparei com esta beleza, que já começa com a belíssima Alone Again Or, música que logo na introdução já me causou uma sensação de curiosidade ilimitada, sempre me levando a ouvir atentamente cada detalhe, cada instrumento, tudo.
Mas uma óbra como esta não é feita de apenas uma música boa. The Red Telephone, é de uma beleza melódica apaixonante. Uma das minhas preferidas se chama Andmoreagain, que faz uma jogada entre vóz e instrumental muito linda no trecho que Arthur Lee canta "Then you feel your heart beating, thrum-pum-pum-pum".
Para quem quiser conhecer a banda, aqui vão links de algumas músicas no youtube, e sobre a história da banda. Mas para quem quiser ouvir mais, tem na Radio UOL o cd completo. Não gostode propagandas, mas nesse caso ela é mais do que necessária.

Links:

Love - Andmoreagain
Love - Alone Again Or
Letras de músicas

H

quarta-feira, 16 de julho de 2008

É SEXTAAAAAAAAAAAAAAA!!

O homem morcego está de voltaaaaaaa! Batman - O Cavaleiro das Trevas, reúne pela segunda vez o diretor Christopher Nolan e o astro Christian Bale, reprisando o papel de Bruce Wayne/Batman. Com a ajuda do comissário Jim Gordon e do novo promotor Harvey Dent, Batman pretendem apavorar com o crime organizado na sempre noturna Gotham. O trio consegue prender um aqui, outro ali mas logo o personagem mais perturbado dos quadrinhos (entenda-se Coringa) faz Gotham cair em pira forte anarquista e Batman fica muito perto de jogar para o time dos vilões.
Seis seqüências de Batman – o Cavaleiro das Trevas foram filmadas com câmeras IMAX, inclusive a abertura de seis minutos de duração. Trata-se da primeira vez que um filme de grande orçamento é filmado parcialmente com câmeras IMAX, uma integração revolucionária dos dois formatos de cinema. Traduzindo... o filme foi filmado com dois formatos de filme, o formato comum de 35mm e o formato IMAX de 70mm que permite a captura de imagem em um ângulo maior.
Há potencial...

• ELENCO
Bruce Wayne/Batman CHRISTIAN BALE
Alfred MICHAEL CAINE
Coringa HEATH LEDGER
Jim Gordon GARY OLDMAN
Harvey Dent AARON ECKHART
Rachel Dawes MAGGIE GYLLENHAAL
Lucius Fox MORGAN FREEMAN

Links: